14 maio 2010

Amigos é pra essas coisas


Calma não é só a sua mãe

Não crie buracos negros

É impossível espirrar de olhos abertos

E o Dunga?!?!?!?

Que quase todo brasileiro esta P da vida com o Dunga pela convocação da seleção todo mundo sabe, se você não sabe ainda a lisa de convocado ela esta aí embaixo, mas vamos ver algumas expressões de opniões que os internautas resolveram criar sobre o excelentissímo técnico.....


Goleiros:
Júlio César (Inter de Milão)
Doni (Roma)
Gomes (Tottenham)

Laterais-direitos:
Maicon (Inter de Milão)
Daniel Alves (Barcelona)

Laterais-esquerdos:
Michel Bastos (Lyon)
Gilberto (Cruzeiro)

Zagueiros:
Lúcio (Inter de Milão)
Juan (Roma)
Luisão (Benfica)
Thiago Silva (Milan)

Meio-campo:
Gilberto Silva (Panathinaikos)
Felipe Melo (Juventus)
Josué (Wolfsburg)
Ramires (Benfica)
Kléberson (Flamengo)
Elano (Galatasaray)
Kaká (Real Madrid)
Júlio Baptista (Roma)

Atacantes:
Robinho (Santos)
Luis Fabiano (Sevilla)
Nilmar (Villarreal)
Grafite (Wolfsburg)

Olha aí.....

12 maio 2010

Dia Útil

Como é comum toda quarta o Blog Abstrato traz pra você o Dia Útil, um dia onde você pode achar informações relevantes ou não para sua vida. Hoje vamos falar da raiva. Não vamos falar do Fuuuuu ou Mr Rage
 

Raiva Humana

    Raiva (também conhecida como Hidrofobia), é uma doença causada por um vírus da família rhabidoviridae, gênero Lissavyrus, é uma doença infecciosa, aguda e mortal, transmitida entre mamíferos, inclusive ao homem. Ela é causada por vírus que podem penetrar no organismo através de mordedura, que é a penetração dos dentes do animal na pele; arranhadura, que é o ferimento causado pelas unhas ou dentes do animal; lambedura, quando ocorre o contato da língua do animal com áreas da pele recentemente escoriadas ou com as mucosas.

Os ferimentos causados por animais podem ser superficiais, quando atingem apenas a epiderme, com sangramento discreto ou ausente; profundos, quando atingem as demais camadas, geralmente acompanhados de sangramento; únicos, quando ocorre uma única lesão ou uma única porta de entrada; múltiplos, quando ocorre mais de uma lesão (uma única mordedura pode causar ferimento múltiplo).

As exposições graves são decorrentes de ferimentos, ou lambeduras de ferimentos, nas mucosas, no segmento cefálico, nas mãos e nos pés, locais que têm maior concentração de terminações nervosas, facilitando a exposição do sistema nervoso ao vírus; lambeduras de mucosas, mesmo que intactas, porque, além de serem permeáveis ao vírus, as lambeduras podem abranger áreas extensas.

      Nas demais regiões anatômicas, são consideradas graves as exposições decorrentes de ferimentos, ou lambedura de ferimentos, múltiplos ou extensos, porque também facilitam o risco de exposição do tecido nervoso ao vírus ferimentos profundos, mesmo que puntiformes, porque oferecem maior risco de inoculação do vírus e dificuldade para a assepsia.

      São consideradas leves as exposições em tronco e membros, exceto mãos e pés, decorrentes de lambeduras de lesões superficiais e de ferimentos, causados por mordedura ou arranhadura, superficiais.

Se uma pessoa é mordida ou entra em contato com algum animal suspeito de raiva, ela deve procurar imediatamente um posto de saúde Dependendo do caso, o médico poderá indicar a aplicação de vacina e anticorpos antirraiva. A boa notícia é que não é mais preciso tomar aquela quantidade enorme de injeções na barriga, como acontecia antigamente as medidas preventivas já evoluíram bastante.

Os produtos alimentares originados de animais raivosos (carne, leite e derivados) não devem ser consumidos, embora ofereçam baixo risco de infecção, principalmente se forem cozidos. Os pacientes que ingerem esse tipo de produto, normalmente, não necessitam tratamento profilático.     

O cão e o gato são os principais transmissores da raiva para o homem nos ambientes urbanos. Mas todos os mamíferos, inclusive os silvestres, podem contrair a raiva, sendo, portanto, potenciais transmissores da doença.

O morcego vampiro ou hematófago (que se alimenta de sangue) é também um importante transmissor da raiva, infectando bois, cavalos, morcegos de demais espécies, outros animais e até mesmo pessoas.

A transmissão inter-humana de raiva é rara mas é comprovada a eliminação de vírus pela saliva do paciente e sua presença em diversos órgãos, justificando a indicação do tratamento profilático das pessoas potencialmente expostas, devido ao contato direto com o paciente com raiva.


COMO RECONHECER A RAIVA?


O tempo que a raiva leva para se manifestar, depois da contaminação, varia conforme a natureza do vírus, a quantidade transmitida e o local por onde o vírus penetrou. Se o ponto de contágio tiver sido a cabeça ou o pescoço, o vírus alcança mais rapidamente o seu alvo. No homem, os sintomas da raiva começam nunca inferior a 3 semanas, podendo chegar a 2 anos. Após o aparecimento dos sintomas, entretanto, a morte acontece em menos de uma semana.

De início, a pessoa nem percebe os sinais: febre pouco intensa, mal-estar, dor de cabeça, dificuldade para engolir, náuseas, irritabilidade, inquietude. Depois, os sentidos começam a ficar extremamente sensíveis: a luz, o barulho e até a fala de alguém, tudo incomoda. Chega um estágio em que já não é possível comer nem beber e a pessoa fica com pavor de água ou qualquer líquido, o que é chamado de hidrofobia. A partir de então, são frequentes ataques de terror, depressão nervosa, convulsões, acessos de fúria, alucinações visuais e auditivas, baba e delírio.

Nos animais, os sinais indicativos da raiva variam de acordo com a espécie. Quando a doença acomete animais com maior frequência eles se tornam agressivos (raiva furiosa). Já quando ocorre em animais sua manifestação é a de paralisia (raiva paralítica). Em todos animais, no entanto, costuma ocorrer dificuldade para engolir, baba, mudança de comportamento e de hábitos alimentares. Nos cães, o latido fica diferente, podendo parecer um "uivo rouco", e os morcegos podem ser encontrados durante o dia, em hora e locais não usuais.


COMO SE PREVINE?


A prevenção mais importante é a vacinação sempre atualizada dos animais de convívio próximo. A profilaxia da raiva humana pode ser feita pré ou pós-exposição ao vírus. A profilaxia pré-exposição, realizada com vacinas, é indicada para as pessoas que, devido à atividade profissional, correm o risco de exposição ao vírus, como veterinários, pesquisadores, etc.
      A profilaxia pós-exposição é indicada para as pessoas que acidentalmente se expuseram ao vírus; combina a limpeza criteriosa da lesão e a administração da vacina contra a raiva, isoladamente ou em associação com o soro ou a imunoglobulina humana anti-rábica. É o único meio disponível para evitar a morte do paciente infectado, desde que adequada e oportunamente aplicada.


O QUE FAZER?


Caso você seja mordido por cão, gato, morcego ou animal silvestre que não esteja com a vacina em dia lave o ferimento com água e sabão e procure imediatamente atendimento médico em um hospital ou posto de saúde.

Outros animais domésticos de interesse econômico como bovídeos, eqüídeos, caprinos, suínos e ovinos, oferecem médio risco de transmissão do vírus da raiva ao homem. A avaliação dos acidentes causados por estes animais deve sempre ser realizada em conjunto por médicos e médicos veterinários.

Ratos, cobaias, hamsters, demais roedores urbanos e coelhos são considerados de baixo risco para a transmissão do vírus da raiva. Raramente mordeduras causadas por esses animais requerem tratamento profilático da raiva humana.

Além disso, recomenda-se não fechar o ferimento, mas mantê-lo aberto, em contato com o oxigênio. Embora possa aumentar o risco de infiltração do vírus nas terminações nervosas, a sutura das lesões deve ser realizada se houver risco de comprometimento funcional, estético ou de infecções.

Se for o seu próprio animal de estimação, deve-se deixá-lo por observação durante dez dias, em local isolado, para ter certeza de que ele não está raivoso. Se o animal morrer durante o período de observação, remova o corpo para exame num laboratório oficial do governo e procure imediatamente o Centro de Saúde. Para sua segurança, mantenha o telefone do Centro de Saúde na sua lista de emergência e confirme o número, pelo menos, uma vez por ano.


VACINA E SOROS

Todas as vacinas contra a raiva, de uso humano, são inativadas, ou seja, não apresentam vírus ativos ("vivos").

A vacina utilizada de rotina nos programas de saúde pública no Brasil é a Fuenzalida & Palácios modificada. Atualmente, no Brasil, é produzida pelo Instituto Butantan, em São Paulo, e pelo Instituto Tecnológico do Paraná - TECPAR. Existe também a Vacina produzida em cultura de células diplóides humanas (HDCV) que possui menos efeitos adversos do que a vacina Fuenzalida e Palácios, porém esta é menos utilizada devido ao seu alto custo. Outra vacina utilizada é a Vacina purificada produzida em embrião de pato (PDEV) No Brasil, estas vacinas estão disponíveis na rede pública de saúde, em Centros de Imunobiológicos Especiais, para pacientes imunodeprimidos e para os que apresentam eventos adversos graves à vacina Fuenzalida & Palácios modificada.

O Soro Anti-rábico (SAR) é preparado a partir de soro de eqüídeos hiperimunizados e a imunoglobulina humana (Human Rabies Immunoglobulin - HRIG) produzida a partir do plasma de doadores previamente imunizados. A ação primária destes produtos ocorre no local de inoculação do vírus. Nos casos em que houver impossibilidade anatômica para a infiltração de toda a dose no local da lesão, a quantidade restante, a menor possível, deve ser aplicada por via intramuscular, podendo ser utilizada a região glútea. A dose recomendada não deve ser excedida porque pode interferir na resposta imunológica à vacina. Pacientes que previamente receberam tratamento completo para prevenção da raiva não devem receber SAR ou HRIG.

A imunoglobulina humana anti-rábica (HRIG), produzida a partir do plasma de doadores previamente imunizados, é uma alternativa ao SAR. A produção de HRIG é limitada e o custo muito alto. Poucos países utilizam rotineiramente em programas de saúde pública. No Brasil, está disponível em Centros de Imunobiológicos Especiais, para pacientes com teste de sensibilidade positivo que apresentam reações de hipersensibilidade durante o processo de dessensibilização.

Referências

INSTITUTO PASTEUR (São Paulo). Manual Técnico do Instituto Pasteur - No.4. Disponível em:http://www.pasteur.saude.sp.gov.br/informacoes/manuais/manual_4/norma_00.htm. Acesso em: 11 maio 2010. 

MDSAÚDE. RAIVA HUMANA. Disponível em:http://pt.wikipedia.org/wiki/Raiva_%28doen%C3%A7a%29. Acesso em: 11 maio 2010.

WIKIPÉDIA. Raiva (doença). Disponível em:http://www.mdsaude.com/2009/08/raiva-humana.html. Acesso em: 11 maio 2010.

Se foi útil não custa deixar um agradecimento!

Todo mundo tem um amigo chato


Vai me falar que você não tem um!

Grafico realista

10 maio 2010

E folgado sou eu



riariaria!!!!!!
daqui oh

Tipos de corpos femininos

Porque o desemprego cresce!!

Aí o motivo

O futuro do policial americano

Concordo plenamente


Quem concorda levanta a mão!!!
Isso é daqui oh

Como funciona o zíper!!!!


Então o que acontece quando zíper emperrra???

Noticia Urgente!!!!!

O Ministerio da Saude divulgou que a partir do dia 10/05/2010 será incorporado um novo exame, agora além do papa nicolau deverá ser feito o padre nicolau em todas as crianças de ambos os sexos.

08 maio 2010

Novo Street Fighter



YEAH!!!!!

Só na gambiarra

Sera que vai funcionar!?!?!?!

Isso é uma escada ou suporte!?!?!?!?

Ele esta fugindo da cadeia?????

Peguei aqui

Aprenda em quem confiar

Verdade doída

Aprenda a se livrar da polícia

Simples assim